Nutrindo a Nossa Árvore

Confesso que havia pensado em escrever um texto diferente, que falasse sobre os porquês de se empossar um rotaractiano em um clube de Rotary. Porém repensei, talvez não seja a melhor forma de abordar o assunto, até porque, é um assunto recorrente, que se fala diariamente nos clubes, palestras e reuniões.

Mesmo assim, ainda é baixo o número de rotaractianos que tem o interesse de virar um Rotariano. E qual seria então a razão da persistência dessa problemática? Lhes respondo: Conhecimento, sozinho, não basta! Mudanças só acontecem quando tomamos primeiro, consciência da importância de mudar, e da vontade de as realizar.

Se olhamos atentamente, percebemos que existe uma ideia de segmentação em que cada programa é colocado numa caixinha distinta, dificultando a transição Interact/Rotaract, Rotaract/Rotary.

Usando uma analogia, imaginemos a Família Rotária como uma árvore, com diversos galhos, cada galho representa uma das formas de atuação. Todos os galhos produzem folhas e frutos, e todos eles crescem num mesmo tronco, que é aterrado numa única raiz que sustenta e nutre tudo isso. A energia dessa árvore flui livremente por toda a sua extensão. Ou seja, todos fazemos parte de uma única organização e que, dentro dela devemos e podemos fluir, levando a nossa energia para as partes em que ela for necessária.

A ideia é que possamos internalizar essa consciência de unicidade, permitindo que cada um, com suas ideias e características, possa nutrir a nossa família rotária, a nossa árvore!

 

Conteúdo Produzido por Gabriela Lamb | Redatora da Rotaract Brasil

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